Episode Transcript
[00:00:06] Speaker A: Sejam muito bem-vindos a mais um podcast do Automóvel Clube Portugal. Eu sou o Francisco Costa Santos e hoje estamos com o Luís Mateus, diretor-geral da Skoda Portugal, com uma vasta experiência no mundo dos automóveis e um gosto particular pela marca Skoda.
São mais de 130 anos de marca de automóveis, de bicicletas motorizadas.
O que é que torna a Skoda especial?
[00:00:32] Speaker B: Muito obrigado pelo convite de estar aqui presente para falar um pouco da marca Skoda. Como referiu e bem, a Skoda fez o ano passado 130 anos, é uma das marcas mais antigas que ainda sobrevivem na indústria de automóvel e de facto a história da Skoda curiosamente começou com bicicletas.
Em 1895, os sócios que fundaram a empresa, que na altura não se chamava Skoda ainda, construíram uma bicicleta que denominaram de Slavia e que foi um enorme sucesso. Passados apenas quatro anos lançaram o primeiro motociclo e o primeiro veículo automóvel que foi na altura lançado foi o Voight-O'Reed A, em 1905, que lançou no fundo a Skoda na indústria automóvel e foi no fundo o início desta bela história que já dura há 130 anos.
[00:01:20] Speaker A: O convite de hoje é percebermos como é que a Skoda nasceu, mas como é que se tornou no que é hoje. Uma marca altamente inovadora, com modelos muito fortes no mercado, tanto europeu como nacional.
Quais foram os momentos básicos que tornaram a Skoda no que ela é hoje?
[00:01:38] Speaker B: Eu acho que há dois momentos-chave na história da Skoda. Naturalmente, a sua génese, o modo, o momento em que apareceu. Mas depois, em 1925, existiu um aglomerado industrial denominado Skoda, daí o nome Skoda, que adquiriu, no fundo, a empresa que fazia as bicicletas, os motociclos e os carros que até lá tinham sido produzidos. E isso veio dar à Skoda a escala industrial que ela precisava para ganhar dimensão. Isso para mim foi um dos momentos-chave da história da Skoda, porque de facto permitiu à marca de ganhar estatuto e alargar no fundo as suas vendas devido à sua presença neste conglomerado industrial.
Mais tarde, um segundo momento muito importante, foi em 1991.
quando o grupo Volkswagen adquiriu um share da empresa e mais tarde acabou por adquirir a totalidade e curiosamente na altura havia um momento de mercado em que as marcas sul-coreanas estavam a entrar. É curioso e há muitas pessoas que não estão por dentro desse detalhe. O propósito do grupo Volkswagen na altura em adquirir a marca Skoda Foi porque pretendiam uma marca mais acessível, que pudesse ombriar com a entrada dos coreanos no mercado europeu e, nesse sentido, o negócio fechou-se em 1991 e a cooperação começou a partir daí.
[00:02:58] Speaker A: E as vendas dispararam.
[00:02:59] Speaker B: As vendas começaram gradualmente a disparar. Depois há dois modelos-chave após 1991, que eu já posso explicar. Mas eu queria acelerar aqui uma nota importante, que é algo que eu acho fantástico e que tem a ver com o ADN da SCODA.
Porque, repara, desde 1895 até 1991, onde a SCODA acabou por entrar num grupo que é um grupo líder em termos mundiais, com o melhor que existe em termos de tecnologia, a SCODA, enquanto SCODA, Passou por duas guerras mundiais, uma anexação pela ex-União Soviética, inúmeras crises económicas que assolaram a Europa e a SCODA demonstrou sempre algo que ainda hoje nós sentimos na SCODA, uma capacidade de adaptabilidade que junto àquilo que faz parte da gênese dos fundadores, que é o foco no cliente e a paixão por construir automóveis, foram estes três pontos que, no fundo, mostram o porquê da Skoda ter conseguido sobreviver da maneira que conseguiu até o momento em que entra, digamos, em 1991 para o grupo Volkswagen, naturalmente a partir dessa altura. ganhou, digamos, um novo folgo, porque passou a poder usufruir do state of art, do que existe de melhor em termos da indústria do automóvel, e permitiu naturalmente expandir as suas ambições.
Uma nota ainda que eu acho que é relevante, o primeiro modelo desenvolvido em parceria, que é uma curiosidade, já dentro do grupo Volkswagen, foi o Skoda Felicia, que ainda há alguns espalhados aí pelas estradas, tudo das estradas rurais.
[00:04:29] Speaker A: E teve ainda participações no mundo Exatamente.
[00:04:33] Speaker B: Isso foi em 94. E depois, em 96, foi lançado um carro que ainda hoje é um ícone da primeira geração dentro do grupo Volkswagen do Skoda Octavia.
Um carro que ainda hoje é um dos nossos best-sellers. É um carro que tem uma força dentro da marca incrível. E para ter uma ideia, neste momento, já atravessámos largamente a fasquia dos 5 milhões de carros e que é, digamos, um ícone dentro da marca Skoda ainda hoje. Digamos que, em termos dos marcos, desta história, como eu lhe disse, em 1925, onde a Skoda de facto ganhou o peso industrial que lhe dá a capacidade de crescimento, e depois em 1991, onde devido à adesão ao grupo Volkswagen, conseguiu aceder ao que melhor existe em termos de tecnologia automóvel.
[00:05:18] Speaker A: O Otávio, um nome que foram buscar, era um modelo ali dos anos 50, 60.
[00:05:21] Speaker B: Exatamente. Foi muito habitual o Fábio, o Otávio, o Superb.
[00:05:25] Speaker A: Já se associavam.
[00:05:26] Speaker B: Já se associavam. Ou seja, houve muitos modelos que assecodam para manter aquilo que eu lhe disse há pouco, o ADN, para mostrar ao mercado que sim, eu hoje estou no grupo de Volkswagen, consigo dar o melhor que nos tratem em termos de tecnologia, mas nós não queremos perder a nossa entidade. Vamos manter aquilo que é o nosso legado, aquilo que é o nosso tratamento do cliente, a nossa abordagem ao mercado, manter a paixão por construir os automóveis. É por isso que, numa fase que durou até há bem pouco tempo, houve sempre o cuidado de introduzir modelos novos, sempre. ao irmos com o passado, humedamente, estes nomes históricos, e que depois, enfim, paulatinamente foram entretendo novos modelos, foram introduzindo novos nomes, mas estes casos de sucesso mantêm-se até hoje, tanto hoje temos o seco da Fábia, temos o seco da Otávio, temos o seco da Superb.
[00:06:12] Speaker A: A filosofia da marca Simply Clever é uma filosofia muito própria e que para o público, muitas vezes se torna difícil ou ver outros argumentos noutros modelos do grupo Volkswagen que não na Skoda, porque os carros utilizam plataformas muito boas, com preços muito especiais, e no que é que consiste esta filosofia?
[00:06:34] Speaker B: Isto está ligado um pouco ao que eu disse, que é os principais pilares do ADM Skoda. Eu falei há pouco no foco no cliente, o facto de ser uma marca muito customer-cêntrica. E este conceito de human touch, no fundo, gira um pouco à volta disto, é perceber exatamente o que é que o cliente valoriza, o que é que o pode ajudar a tornar a sua vida mais fácil no dia-a-dia. Quando nós olhamos hoje para um Skoda e vemos as soluções simple e clever que o carro oferece, eu nem vou para as digitais, nem vou só para as físicas que, enfim, que são de facto de destacar.
[00:07:06] Speaker A: É que tem por menores Estão 14
[00:07:08] Speaker B: soluções simple e clever que passam desde o tradicional chapéu de chuva na porta, que é uma surpresa, não é?
[00:07:15] Speaker A: Que se pretendemos ter no outro veículo, só no Rolls Royce.
[00:07:18] Speaker B: Só no Rolls Royce, não é? Tanto o facto de termos o chapéu embutido na porta do veículo, uma coisa que eu acho uma piada imensa, não é, pessoalmente, que é um clipe no para-brisas, não é? que eu uso naturalmente, por exemplo, quando tiramos um bilhete de um parque. Onde é que eu vou meter o bilhete de parqueamento? É claro, é para pôr ali, não é? Como um outro detalhe também engraçado, na tampa de repouso de gasolina, aquilo que a gente chama de raspador de gelo, que de facto também é um raspador de gelo. Em outros países, claro, não faz muito sentido, mas pronto. Mas em outros países serve como raspador de gelo para brisas, não é? Mas depois o mesmo item tem mais duas particularidades.
permite medir a altura do rastro do pneu, para saber se o pneu está abaixo do limite legal, e permite, porque depois na tampa do tampão de combustível está a pressão dos pneus, aquela coisa tradicional, mas também serve de lente, porque aquele plástico aumenta aquelas letras pequeninas que indicam qual é a pressão ideal para circular com segurança. E há muitos exemplos, para a bagageira, mesmo alguns gadgets interiores. O que é que isto quer dizer? Esta questão do simple and clever está muito associada a um outro conceito que temos na escola, que é o human touch.
Que é a proximidade com os clientes, porque é um dos principais desígnios da marca. Perceber exatamente o que é que o cliente espera de um carro, O que é que o cliente espera em termos de ter a sua melhor experiência de mobilidade?
O que é que torna ao cliente a sua vida mais fácil? E a Skoda tem este cuidado desde há muitos anos de desenvolver estes pequenos particulares que, isolados, parecem às vezes estranhos, parecem que não fazem sentido, mas quando uma só olha para o global do carro, fazem-nos só dar diferença. É de facto fantástico. Às vezes até nos showrooms os clientes a surpresa, não é? Porque alguns clientes não conhecem alguns detalhes e as nossas equipas de vendas quando mostram aos clientes estes detalhes simples e clever é de facto uma experiência fantástica.
[00:09:06] Speaker A: E muitas vezes pensamos, para que mais? Porque o carro tem lá tudo.
Tem promenores muito curiosos.
[00:09:12] Speaker B: Falou há pouco uma coisa que é muito importante, que é a questão da acessibilidade. E isto tem a ver com o que eu lhe disse há pouco também, que foi o conceito que veio por trás da entrada da Skoda no grupo Volkswagen, porque naquela altura, no final dos anos 80, princípio dos anos 90, as marcas coreanas estavam a entrar na Europa, e no fundo foi uma estratégia do grupo Volkswagen. Mas ainda hoje a marca Skoda mantém o conceito da acessibilidade. Ou seja, não é uma marca low cost, não é, naturalmente, porque nós temos, digamos, alguns atributos que eu gosto de reforçar, a fiabilidade, a segurança, que é algo que nós não abdicamos como compromisso, porque a Skoda é um carro muito direcionado às famílias, portanto é algo que nós não abdicamos. Todos os nossos carros têm as melhores avaliações nos testes internacionais, nomeadamente no Euro NCAP. O espaço de bagageiro, tudo de particulares muito importantes. Os Skoda hoje são carros super equipados, que mantêm aquilo que nós conseguimos tirar de melhor dentro do grupo Volkswagen. As melhores plataformas, a melhor qualidade de construção, mantendo-se sempre de dar mais ao cliente por um pouco menos.
Ou seja, ainda hoje nós mantemos o conceito de acessibilidade, mas nunca abdicando aquilo que é o nosso compromisso para os nossos clientes. dar o máximo de equipamento, dar o máximo de segurança, de fiabilidade e depois aquilo que também faz parte do adendo da escoda, a habitabilidade e o espaço. Os escodas continuam a ser a referência no mercado em termos da habitabilidade que disponibilizam, digamos, no lugar dos passageiros e no espaço de carga, na bagageira, onde os escodas são invariavelmente a referência em termos da oferta de mercado.
[00:10:39] Speaker A: seja na combustão ou nos elétricos, já lá vamos, o espaço é realmente excepcional. Ainda nos modelos da combustão, como é que se explica mais de 20 anos de Skoda Octavia? O que é que esse modelo tem que conquista tanto adepto, pelo menos em Portugal? Ainda se vende tanto Skoda Octavia de primeira geração assim?
[00:10:56] Speaker B: Não é só em Portugal.
O Skoda Octavia continua a ser o best-seller da Skoda em termos de unidades vendidas.
Há uma questão curiosa, a marca Skoda, fábricas suas, neste momento tem duas fábricas suas, tem Mladá Boleslav e faz INI, que fazem 90% dos nossos modelos. A fábrica de Mladá Boleslav é a maior unidade industrial da Europa em termos de condução de automóveis e tem uma particularidade que é fantástica, que mostra o engenho e de facto o modo como a marca olha para a produção de carros. E quando visitam uma fábrica, como a fábrica da Skoda Imolada Boleslav, que é a maior fábrica da Europa da indústria automóvel, vocês veem na mesma linha de montagem um carro a seguir ao outro, vem um carro a combustão, por exemplo, um Skoda Octavia diesel, e atrás vem um Skoda Enyaq, uma plataforma 100% Enyaq, na mesma linha de montagem. O que é que isto quer dizer?
fantástica em termos do modo como organizam todo o fluxo processigo de peças para a montagem. Isto é uma coisa inacreditável. E isso é importante para dar a nota do que estava a referir. É nessa linha de balada à bolha gelada que o secodote havia produzido.
e o Skoda Octavia é ainda hoje o best-seller da Skoda.
Razão do sucesso? Eu acho que é o equilíbrio. O carro não tem defeitos. Para ser sincero, o carro não tem defeitos. O carro só tem pontos fortes. Não estou a dizer que é o melhor naquilo ou o melhor naquilo. Ou seja, naquilo que o carro representa para um cliente, o carro dá tudo aquilo que ele precisa. Dá-lhe a segurança, dá-lhe o espaço e a habitabilidade, e repare que em Portugal Nós temos muito a um país de carrinhas, não é? 90% do que nós vendemos em Portugal é versão carrinha, mas na Europa existe também a versão limousine. Tem uma procura também que tem um peso substancial nas vendas da Skoda. Mas eu diria que é a flexibilidade e a possibilidade deste carro servir para tudo. Serve para levar a família ao fim de semana porque tem o espaço que a família precisa, serve para o dia-a-dia porque é um carro que tem o nível de qualidade, de sofisticação de um carro executivo, tem a acessibilidade, que é um fator muito importante também num momento de decisão de um cliente, e depois tem uma coisa que eu acho fundamental, tem uma disponibilidade vária em termos de diversas motorizações híbridas, diesel, gasolina, o que é que isto quer dizer? Este carro chega realmente àquilo que o mercado precisa, e eu diria que o segredo do Scudo Octavia é um pouco este, é a flexibilidade naquilo que apresenta como soluções para a mobilidade.
[00:13:28] Speaker A: E fomos tendo Octavias para todos os gostos, porque desde os TDI, aos VRS, aos Scout, portanto era um carro A
[00:13:36] Speaker B: versão do Scout é curiosíssima, em particular da Skoda. A Skoda, desde sempre, pretende e oferece ao mercado soluções 4x4. Portanto, é uma coisa que faz parte da característica da Skoda. O Scout, além da variante 4x4, tem outra particularidade. É altura ao solo. Era um carro, de facto, desenhado mais para fazer um bocadinho de fora de estrada.
[00:13:59] Speaker A: Com proteções também exteriores.
[00:14:00] Speaker B: Com proteções do carro, até com multecedores com uma resistência diferente. Mas ainda hoje nós continuamos a vender, não é a parte mais importante das vendas, porque a nossa fiscalidade infelizmente não ajuda à venda de viaturas 4x4, mas ainda hoje, sob toda a parte de forças de segurança, para a polícia, para a proteção civil, para os bombeiros, nós temos várias versões 4x4 que continuam a merecer a sua preferência porque o carro de facto em termos de desempenho, em condições adversas, por exemplo, de aderência, tem um desempenho que um carro 4x2 não tem. E aquilo que referir é muito importante. Quando olhamos por um carro, claro que é importante ter uma motorização, uma diesel, porque há clientes que assim o preferem. Claro que é importante ter um carro híbrido, porque a fiscalidade assim o obriga. Mas estas soluções de drive line, da cadeia cinemática, onde damos a um cliente a possibilidade de ter um carro de tração integral, porque aquilo, mais uma vez, é aquilo que ele precisa, tem a ver aquilo que eu disse no início, que é o foco nas necessidades do cliente. O tal foco naquilo, no ouvir o cliente e dar ao cliente aquilo que realmente ele precisa para a sua mobilidade.
[00:15:00] Speaker A: E por falar nos clientes, passamos agora para um que penso tenha sido o maior desafio da Skoda, que foi passar para a parte da eletrificação. Modelos 100% elétricos. Onde o L-Hawk, apesar de não ter sido o primeiro, porque tivemos um...
[00:15:13] Speaker B: O Enyaq. O Enyaq foi o primeiro.
[00:15:15] Speaker A: O Enyaq foi o primeiro. Não tivemos ainda o Citigo, aquele muito pequenino, eletrificado. Foi ou não foi?
[00:15:20] Speaker B: O primeiro elétrico da Skoda foi apresentado em 2020.
O primeiro verdadeiro elétrico. O Citygoal, de facto, foi antes, mas o Citygoal não era mais do que um carro a combustão, a gasolina, com as alterações para ser um carro elétrico. Foi um carro que... Foi adaptado. Foi adaptado, não é? Que veio muito nos primórdios, digamos, da eletrificação.
E eu posso ser que o grupo Volkswagen, e nomeadamente a Skoda, porque a Skoda beneficia de tudo que o grupo Volkswagen pode oferecer em termos de tecnologia de topo, o Skoda Enyaq, tal como outros modelos dentro do grupo, foi lançado no princípio dos anos 20, 21, foi lá introduzido no mercado português no ano de 2021, e de facto, face ao Citigo, passou a ter pela primeira vez uma plataforma desenhada e estudada e dimensionada ao detalhe, para ser uma plataforma de um carro puramente elétrico. No caso do grupo Volkswagen, não há aqui um carro a combustão, que agora é adaptado para uma bateria, porque isto pode ter vantagens custo.
É necessário, porque a bateria serve para várias coisas, mas seguramente não tem a eficiência, a fiabilidade de uma plataforma que é desenhada de A a Z para ser um carro elétrico. Portanto, a Skoda entrou neste domínio com o Enyaq em 2021.
[00:16:36] Speaker A: Foi bem recebido.
[00:16:38] Speaker B: Sofreu um pouco na altura porque nós estávamos na pós-pandemia e logo a seguir ao pós-pandemia a indústria automóvel sofreu imenso por causa da falta de componentes. Foi um efeito que derivou da situação dos fornecedores serem afetados, sobretudo fornecedores que tinham origem nos países asiáticos, serem afetados também por essa pandemia. Nós tivemos muitos poucos carros naqueles anos a seguir. Nós começámos, no fundo, a ter o ENIAC já com alguma cadência a partir de 2023, meados de 2023 começou a ganhar uma sua dinâmica e lançámos agora o ano passado o Skoda Elroc, o nosso segundo carro 100% elétrico e viram muitos mais, posso falar nisso a seguir, que de facto mostra que a Skoda tem um compromisso muito grande para já com a sustentabilidade, e nós acreditamos que os carros 100% elétricos farão parte do futuro. Agora, o que nós temos de assumir, e a Secoda tem isso muito presente, é que a transição para a mobilidade elétrica vai ocorrer a diferentes velocidades em diferentes países. Ou seja, nós, e a Secoda tem esse cuidado, nós temos de garantir que enquanto o mercado muda, enquanto o mercado se adapta, nós temos de ter carros perfeitamente adaptados que cumpram os requisitos e necessidades dos nossos clientes. E só se consegue, se continuarmos a oferecer Motorizações a diesel, motorizações a gasolina, plug-in hybrids, carros elétricos. Naturalmente que os carros elétricos têm já um pressuposto de sustentabilidade, porque eles emitem zero gramas por quilómetro de CO2, mas mesmo os motores de combustão não são os motores de combustão de há dez anos atrás. Estamos a falar em motores ultra-eficientes, com filtros de partículas, com tecnologias que minimizam as emissões de gases poluentes. E é neste equilíbrio que a SCODA tem feito parte do seu caminho, é aqui que assim dá a sua estratégia. E é por isso que a SCODA nos próximos anos, posso fazer já uma ponte para o que virá, a SCODA continuará a oferecer soluções a diesel, soluções a gasolina, soluções híbridas e vai reforçar drasticamente a sua oferta de carros 100% elétricos sem abdicar dos outros, enquanto a legislação a si o permitir e enquanto os clientes a si o quiserem. Isso é claramente o pressuposto da Secoda e no fundo é isso que explica porque a Secoda, em termos europeus, que há cerca de quatro anos ocupava a décima posição no ranquinho de vendas, o ano passado, em quatro anos, se galgou para a terceira posição no ranquinho de vendas, o que mostra também que esta estratégia, esta visão, está totalmente adaptada àquilo que os consumidores portugueses ou europeus procuram em termos da imobilidade do futuro. Para finalizar, E vamos continuar a oferecer soluções a combustão, mas claramente estamos a apostar fortíssimo. Estamos a investir 6 mil milhões de euros em um lançamento de novos carros elétricos. Portanto, temos o Enyaq, temos o L-Hawk. Em 2026 vamos lançar o Skoda Epic, um SUV mais pequeno, mais compacto, cidadino, 100% elétrico, no final deste ano. Vamos lançar o Skoda Pic, um SUV de sete lugares totalmente elétrico. Não é cá por aí, não é? Vamos ter uma Octavia, vamos ter, enfim, uma carrinha totalmente elétrica.
[00:19:38] Speaker A: Eu ainda quero falar sobre o Alrock, mas já agora que falamos da Otávia, vamos ter uma carrinha Otávia sempre de elétrica?
[00:19:44] Speaker B: Sim, nós sabemos que a Skoda neste crescimento tem a ver com vários aspectos que nós consideramos muito importantes. Naturalmente a ofensiva de produto é um pilar estratégico. Mas há uma questão muito importante que tem a ver com a transformação da marca. A marca, neste momento, está a proceder a uma enorme transformação em termos do seu posicionamento estratégico, está a entrar em novos territórios, tem um novo conceito de design que nós designámos, modern solid, e isto mostra que está a tentar ir buscar, digamos, um conceito de diferente território.
Nós olhamos para o conceito modern solid e percebemos que é um conceito particularmente apto para os SUVs. E a questão que coloquem muito bem é aquela que são que se colocou. Mas ok, existe um caminho para os SUVs neste conceito de lota no sólido. Mas e as carrinhas que fazem parte do add-in da Skoda?
[00:20:30] Speaker A: E que são mais eficientes que os
[00:20:32] Speaker B: SUVs em termos de autonomia? A Skoda tinha que ter, e já tem, uma resposta para isso. Neste momento o modelo chama-se o Vision-O, que já foi apresentado e que já há fotografias distribuídas, que no fundo é uma carrinha 100% elétrica, É uma carrinha que em termos de dimensões será ligeiramente superior ao atual Skoda Octavia, e ligeiramente inferior ao atual Skoda Superb, e que no fundo vai cumprir este requisito. Dar uma oferta, uma possibilidade aos clientes que queiram ter uma carrinha 100% elétrica, mas que queiram ter uma carrinha. E que não sejam obrigados a migrar para um SUV, porque a sua conveniência é a sua conveniência, e nós temos de estar atentos às necessidades dos clientes.
[00:21:07] Speaker A: Portanto, os fãs de carrinhas que nos estão a ouvir, fiquem descansados, porque mesmo sendo elétrico, vamos ter-me essa carrinha.
Voltando ao LROC, em Portugal tem sido um caso de sucesso, na Europa também, pelo que temos acompanhado, e é um carro altamente premiado. Já recebeu os mais diversos prémios, inclusive ganhou categoria no concurso do Electric One, do ACP. Vai ser o carro prémio deste novo concurso, do Electric One, do Automóvel Clube Portugal, E é um carro altamente prático, com boa autonomia, bom preço.
[00:21:38] Speaker B: Como eu falava há pouco, como dizia, porquê que o Otavio é um carro de sucesso, porquê que ele tem esta longevidade? Eu disse, o carro não tem pontos fracos. O carro é um carro em termos de equilíbrio, de flexibilidade, é fantástico. E quais que posso fazer para tirar a mesma ilação para o Scodell Rock. É um SUV, é um carro diferente da Carrinha Otávia, mas é um carro que não tem pontos fracos, mais uma vez. É um carro que combina aquilo que estava a dizer. Combina a eficiência, combina o design, combina o espaço, combina a acessibilidade de preço e é um carro, para ter uma ideia, que foi lançado em meados de 2025 e em meio ano de vendas alcançou a posição número 3 em termos de vendas da Europa. Tanto que mostra bem que é um carro que agora nós estamos, no fundo, com a disponibilidade de produção normalizada, porque o carro já está totalmente disponível e a fábrica já disponibiliza todas as produções. É um carro no qual nós colocamos uma elevadíssima expectativa, porque é um carro que, de facto, como diz, tem recebido prémios em todo lado. Obviamente o prémio dos leitores do ACP do Elétrico do Banco, que é um prémio que muito nos honra. Porque é a opinião do consumidor, nós valorizamos muito isso, nós ficámos muito satisfeitos desse prémio e é nesse sentido também que nós entendemos que para fazer jus a isso decidimos também ser parceiros para 2026 e colocar um carro deste grande concurso.
[00:22:58] Speaker A: E quem participa vai ter a possibilidade de receber uma das melhores opções do mercado. O Skoda Elroc é um carro muito polivalente.
[00:23:07] Speaker B: Só uma nota em particular que é importante.
Porque às vezes o Skoda Elroc tem várias variantes. O Skoda Elroc que será alvo do prémio vai ser um Skoda Elroc Sportline. Ou seja, que é uma versão desportiva com detalhes esportivos, com uns jantos diferentes, uns para-choques, um equipamento muito específico. Isto quer dizer, nós, para fazer jus àquilo que estamos a fazer na marca SCOD, como trabalhar também a imagem da marca e dar a conhecer aos clientes aquilo que melhor podemos ter em termos de oferta de automóvel, o que nós colocámos, digamos, nesta parceria foi, digamos, um carro de topo dentro da nossa oferta.
[00:23:40] Speaker A: Não sabia que seria essa a versão, sabia que era o modelo, mas então vamos ter um carro mais desportivo. Um look mais desportivo.
[00:23:47] Speaker B: Não é o RS, não é o Elrock RS.
[00:23:50] Speaker A: Com um look mais desportivo. E por falarmos em desporto, passamos agora para uma parte que os nossos ouvintes também têm curiosidade, que é a associação da Skoda ao mundo dos rallies e da competição, porque a Skoda é uma marca que está diretamente ligada, domina o Rally 2.
[00:24:06] Speaker B: Também faz parte da sua história e aqui, mais uma vez, e como eu tenho-lhe referido sempre nesta conversa muito agradável, a Skoda honrou o ADN, honrou a sua história, tem muito orgulho naquilo que conseguiu desenvolver e passar para os seus clientes ao longo de 130 anos. E a ligação da Skoda aos Rallys não começou nem há 5 nem há 10 anos, começou há muitos anos atrás no Rally de Monte Carlo. O que a SCODA continua a fazer hoje é fabricar soluções de ralis, nomeadamente em cima da plataforma do Fabio, do Fabio R5, para marcar uma presença e honrar a tradição. E de facto o trabalho dos engenheiros, o trabalho que se faz em termos de experiência acumulada, voltando-nos à questão da importância da experiência, para nós realmente termos ofertas e termos soluções que são aquelas que nós entendemos que são as melhores do mercado, tem muito a ver com isto. A Tascoda continua a investir fortemente no Motorsport, tem uma área específica da fábrica dedicada exclusivamente a fazer carros de competição, E continuará a fazer porque, naturalmente, acho que há uma questão muito importante.
Nós, às vezes, falamos sempre naquela questão, ah pá, mas agora há questão, o público está muito mais a desejar sustentabilidade, há emissões, há carros sem emissões, e nós continuamos a apostar no Motorsport, um carro onde o cheiro é gasolina.
Mas ainda faz parte da nossa realidade, ainda há adeptos que procuram isto, mas o segredo deste nosso posicionamento é ver com equilíbrio.
Não queremos ser de extremos, estamos a trabalhar para um futuro muito mais sustentável, temos um forte compromisso, e está no nosso road book, nós termos até 2030 a neutralidade carbónica, em termos de frota que nós colocamos no mercado, mas continuamos a oferecer soluções eficientes, a combustão, continuamos a estar nestes esportes que geram emoção, que geram paixão, com soluções mais eficientes no sentido de que as nutrições que nós usamos hoje são nutrições muito mais eficientes, muito mais ecológicas do que as soluções que usávamos há 20 anos em competição. Naturalmente temos de ter esse ponto de vista em consideração.
[00:26:03] Speaker A: Luís, só para ficarmos a saber, o Fabia continuará a ser à aposta no mundo de ralis? Ou vamos, por exemplo, aos tempos de
[00:26:10] Speaker B: Monte Carlo, onde tínhamos o Rapid como... Será o Fabia. Será o Fabia porque é um carro muito equilibrado. É um carro que está... É um carro... Eu posso dizer... É um carro caro porque são carros feitos à medida, são carros feitos à mão praticamente. Não é um carro de produção. Como disse, há uma parte separada da fábrica que faz os carros do Motorsport e é um carro praticamente construído à mão.
E é um carro que exige muito investimento e muita investigação em termos do carro que temos hoje. O carro que nós vamos oferecer para o mercado hoje para os Galix é um carro super testado, super fiável, onde os pilotos, e nós falamos com vários pilotos e temos oportunidade também de patrocinar alguns, eles perguntam-nos, é um carro que eu sei o que é que eu posso esperar dele? Que é um carro que me dá confiança e sei que se eu precisar de fazer isto ou isto no carro, ele vai responder exatamente como aquilo que eu espero que ele responda. E isto tem a ver muito bem com essa experiência, com esse know-how que nós na Skoda não queremos perder. Lá está para manter o nosso know-how acumulado de anos e anos e anos. É uma parte do negócio, naturalmente, não são muitos carros que nós vendemos. A Skoda em 2025 entregou mais de um milhão de carros em todo o mundo, 1.048 mil, salvo erro. Não sei quantos, sinceramente, não sei quantos carros de rally é que entregou, se calhar 200. Ou seja, não é pelo volume que está por trás, mas é pela tradição, é pelo know-how e sobretudo é pelo legado. Pelo legado que nós queremos deixar aos nossos clientes e que não queremos cortar isso com a nossa experiência do passado.
[00:27:36] Speaker A: Luís, já estamos a chegar ao final.
Como é que podemos ver a Skoda dentro de 10 anos?
[00:27:43] Speaker B: Em Portugal ou na Europa?
[00:27:47] Speaker A: Vamos continuar a ter SCODA em Portugal dentro de 10 anos.
[00:27:50] Speaker B: É isso que eu ia comentar. Nós na SCODA em Portugal tivemos um arranque mais lento que noutros países na Europa, tanto houve decisões estratégicas em termos de disponibilidade de produção das fábricas. que focaram noutros países, porque a Eskoda, como eu disse há pouco, tem duas fábricas próprias, Mladá Boleslavi que faz, e neste momento a flexibilidade em termos de produção está totalmente alterada. Nós neste momento temos a produção que precisamos para continuar a crescer estruturalmente no sentido correto no mercado português, porque o mercado português é um mercado muito particular, já que, para ter uma ideia, o mercado português tem um peso de renta caro de 30%. O que é que isto quer dizer? Não é difícil crescer em Portugal.
É difícil crescer de uma maneira sustentada, em que se defenda o valor da marca, o valor do residual, onde nós controlamos, no fundo, o valor do residual, que é um aspecto muito importante, porque, no fundo, um governo, quando compra um carro e quando vai vender o carro após 3, 4, 5 anos, De facto, se o carro valer mais, é um ativo importante a dar ao cliente. E é esse trabalho que nós temos, em Portugal, que estamos a desenvolver com muito cuidado, há cerca de 5, 6 anos, num plano estratégico que desenhámos e que está a correr muito bem, que é fazer crescer a marca em volume, em imagem, mas nunca perder o controle do valor da marca, porque é esse o melhor valor que podemos dar ao cliente no momento da compra. Para ter em Portugal a perspectiva, claramente, é para continuar a crescer de uma maneira estruturada.
Nós temos estado a crescer dois dígitos ao ano, desde há cinco anos atrás, quando arrancámos com este plano estratégico.
Em 2025 crescemos 30% face a 2024, eu acho que a performance tem sido excelente. Naturalmente ajuda, temos a maior ofensiva de produto da história da SCODA, que está em curto, novos modelos, novos meses elétricos, novos territórios, tudo isto faz parte da estratégia. O Deus para todos os gostos. Vários segmentos, SUVs, carrinhas, diesel, plugins. Enfim, temos uma oferta vasta e isso tem sido, se calhar, um dos pontos mais fortes da marca Skoda.
Em termos europeus, a Skoda, como lhe disse há pouco, subiu 12% face ao 2004, onde a performance foi uma boa performance, cresceu 12%. Subiu para o terceiro lugar do ranking de vendas da Europa.
Aí a proposta da Skoda neste momento é muito clara, portanto continuar a manter, a consolidar uma posição de referência, porque a Skoda não tem como principal prioridade conquistar a liderança, procurar algo mais do que os outros, não, a Skoda tem como principal propósito continuar a servir os seus clientes, ser uma marca de referência sim, mas não procurar a liderança a todo custo, não é isso que faz parte, digamos, da nossa agenda. Em termos da Skoda, uma nota que eu acho que é importante, como eu disse há pouco, a Skoda em 2025 em todo o mundo entregou cerca de um milhão e quarenta e oito mil carros. Entrou neste clube muito restrito de marcas que vendem mais de um milhão de carros. Para ter uma ideia, na Europa, para ver o peso, entregou cerca de oitocentos e noventa mil carros. O resto são vendas a extrema Europa. A Skoda tem uma task, uma tarefa, dentro do grupo Volkswagen, que é muito clara, não é? Enquanto outras marcas dentro do grupo, por algum posicionar-se em mercados como a China, como a América do Norte, como o Mercosul, etc, a Skoda recebeu uma tarefa diferente, muito arrojada, mas com um potencial enorme nos próximos anos, que é trabalhar mercados cujo potencial está muito, muito abaixo daquilo que hoje se consegue ter a meter nos vendas. Eu posso te dar dois exemplos dos mercados, a Índia e o Vietnã, onde a Skoda tem fábricas e que de facto já têm um contributo muito importante para este um milhão de carros da Skoda. Portanto, a nossa perspectiva como marca em nível globais é naturalmente continuar neste restrito clube das marcas que vendem mais de um milhão de carros, continuar a consolidar e, se possível, melhorar a nossa posição na Europa. Como eu disse, a marca Skoda atingiu a terceira posição em 2025. E a nível, digamos, destes países, naturalmente, tirar o máximo de potencial, porque são países no qual nós achamos que nos próximos 10 anos nos permitirão trazer excelentes surpresas em termos de volume, em termos de rentabilidade. Portanto, eu acho que os próximos 10 anos serão anos excelentes para a Skoda, porque a estratégia que foi desenhada, não hoje, não ontem, mas há cerca de 10 anos, esta é uma excelente estratégia, que está a funcionar e que está a ter os seus resultados, e no qual nós estamos muito satisfeitos com o trabalho que está a ser feito e com os resultados que nós estamos a conseguir dentro da marca Skoda.
[00:31:53] Speaker A: Para nos despedirmos, segundo o Luís, qual é o modelo que mais bem define a Skoda? Pode ser atual ou do passado.
E qual é que escolhe para definir a marca? Um modelo só?
[00:32:05] Speaker B: Só um modelo? Isso é tão difícil.
[00:32:07] Speaker A: Escolher o fim favorito, não é?
[00:32:09] Speaker B: É tão difícil, é muito difícil. Eu posso elencar, mas é muito difícil. Eu posso explicar porquê.
Porque a Skoda, como eu disse há pouco, dentro do seu conceito moderno sólido, ilumina para os surfs.
E eu particularmente, eu a título pessoal, eu gosto muito das carrinhas. Eu sou um fanástico de carrinhas.
Porque é o meu estilo de vida, é aquilo que eu privilegio.
E aquilo que mais me agrada na Squad é isto, é que nós, seja carrinhas, sejam os hatchbacks, sejam os SUVs, sejam as motorizações, sejam o tipo de driveline, se é um 4x4, nós temos tudo o que o cliente quer. Eu já disse e já levantei um bocadinho o véu, eu gosto muito de carrinhas, eu adoro a Otávia. A Otávia é um carro super, hiper fácil de usar no dia-a-dia, é um carro que nos dá uma mobilidade super confortável.
[00:32:53] Speaker A: Eu vou dificultar, entre carrinha Otávia ou
[00:32:56] Speaker B: carrinha Superb, A Carrinha Super é do segmento acima. É um carro que não é o nosso best-seller. Pela questão da acessibilidade, o Octavia tem uma excelente performance. Mas a Carrinha Super tem crescido dois dígitos ao ano e neste momento eu posso dizer que se a perspectiva se verificar em 2026, eu acho que pela primeira vez na história da Skoda em Portugal, as vendas da Carrinha Super vão ultrapassar as vendas da Carrinha Octavia, só por um particular muito pequeno. Muito pequeno, que é muito importante. porque em 2026 não temos ainda a versão plug-in hybrid na carrinha Octavia, mas temos uma versão plug-in hybrid de segunda geração na Superb. E é este pequeno particular, que é um pequeno, mas enfim, muito relevante, que de facto está a puxar muito bem e está a trazer muita força e muitas vendas à carrinha Superb, que de facto é um carro fantástico.
Se me perguntarem qual é o carro que eu trouxe hoje, eu trouxe uma carrinha Superb. Acabei por lhes mostrar.
[00:33:50] Speaker A: Está respondido.
Luís, muito obrigado por toda esta história da marca e todos estes projetos futuros que vamos poder acompanhar.
[00:33:58] Speaker B: Ok, muito bem, muito obrigado pelo convite.
[00:34:00] Speaker A: Obrigado também a quem nos esteu a ouvir e já sabem, se quiserem ouvir este ou outros podcasts, basta irem à secção de podcasts no site do Automóvel Clube Portugal, ir ao Spotify ou ao Apple Podcast. Obrigado.