Da eletrificação à F1: qual o futuro da Audi?

Episode 118 February 05, 2026 00:17:36
Da eletrificação à F1: qual o futuro da Audi?
ACP - Automóvel Club de Portugal
Da eletrificação à F1: qual o futuro da Audi?

Feb 05 2026 | 00:17:36

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Show Notes

Entre o mea culpa sobre a designação dos seus modelos e a aposta global na Fórmula 1, qual é o futuro da Audi? A diretora-geral para Portugal, Marília Santos, revela os planos da marca neste podcast.

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Episode Transcript

[00:00:06] Speaker A: Sejam muito bem-vindos a mais um podcast do Automóvel Clube Portugal. Eu sou o Francisco Costa Santos e hoje temos a Marília Santos, diretora-geral da Audi, para nos vir falar sobre o presente, o passado e o futuro desta marca alemã. Marília, muito obrigado por estar cá hoje. E começamos com uma pergunta que é, como é que se lidera uma marca destas com tanta história e tradição em Portugal? [00:00:30] Speaker B: Bom, o facto da história e tradição é uma mais-valia. Agora é preciso é adaptar a história e a tradição àquilo que é a sociedade hoje em dia, ter os produtos assentos em sustentabilidade, não esquecendo a performance, melhorando a tecnologia. Portanto, a história dá-nos aquela realidade para continuarmos em frente e adaptar tudo aquilo que é um grande histórico de marca e tudo aquilo que foram os momentos importantes da marca e os grandes desenvolvimentos que foram feitos e adaptar aquilo que é a tendência da sociedade hoje em dia, muito marcada no setor automóvel, pelas exigências de sustentabilidade e da nossa responsabilidade social enquanto marca. [00:01:05] Speaker A: Que é um setor com imensa revolução, ainda para mais agora com a entrada dos carros elétricos, que é relativamente recente, mas que vem destoar aqui muito o passado da Audi. Quais são as estratégias para manter esta herança? [00:01:17] Speaker B: A estratégia é clara. Em 2019, com o lançamento do e-tron GT, houve aqui um marco que foi a dar continuidade à força da marca áudio a nível da tecnologia com o início dos automóveis elétricos. E, portanto, lançamos todo um portfólio. Mas é preciso não esquecer que o ADN da marca, associado à performance, associado à tecnologia, associado à inovação, está sempre lá. E, portanto, não há, não existe nenhuma alteração estrutural, existe sim uma evolução da marca fruto daquilo que é exigido hoje em dia. [00:01:48] Speaker A: A passagem dos modelos a eletrificados vem garantir ainda mais esta parte da performance que muitas vezes associamos à Audi? [00:01:57] Speaker B: Sim, porque teremos que evoluir também nesse sentido. Não seria um dos chavões da marca a parte da tecnologia e da inovação. E, portanto, claro que sim, mas é preciso olhar para o mercado como um todo. Hoje a Audi tem uma gama completa ao nível de elétricos, ao nível de PHEVs, ao nível de ICEs de emissões baixas e portanto hoje temos uma representatividade que dá oportunidade a todos os clientes de ter uma escolha completa e hoje à volta de 48, 50% das vendas de áudio em Portugal são viaturas eletrificadas, portanto entre elétricos 100% e viaturas híbridas, mas existem outros clientes que ainda dão preferência, por exemplo, a motores, a gasolina, sobretudo a gasolina, porque o mercado hoje de diesel é muito residual. e portanto adaptado à marca também. [00:02:43] Speaker A: Claro, as exigências vão nesse sentido. E é por aí que vamos, porque quando pensamos em Audi, pensamos muitas vezes naqueles modelos no A4, no A6, que são modelos tradicionais em Portugal. Vemos ainda hoje muitos modelos desses a circular e que são o sonho de muitos consumidores, porque uma carrinha Audi é um símbolo de estatuto e de todas essas questões que estão associadas. Principalmente numa altura em que elas eram a diesel. Esta transição feita para o elétrico, para os plug-ins, para os eletrificados, vai ser feita? Vamos continuar a poder ter carrinhas Audi? [00:03:17] Speaker B: Claro que sim. Nós estamos agora neste momento com A6, que tem A6 e-tron, tem A6 PHEV, tem A6 gasolina. Vamos ter até ao final do ano A6 all road, portanto sim. Aquilo que é forte na marca e que são os valores fortes da marca, eles irão se manter adaptados novamente àquilo que é os dias de hoje e o compromisso que temos. [00:03:37] Speaker A: E a procura continua a ser muito feita nas carrinhas ou o SUV tem ultrapassado? [00:03:41] Speaker B: O SUV também. Nós mantemos uma boa performance nas carrinhas, mas o mercado europeu, e em Portugal muito em concreto, é um mercado muito orientado para o SUV, onde também temos Q3, Q4. [00:03:52] Speaker A: Vamos falar deste caso em específico do Q6 e Tron, que foi, para além de um modelo com bastante sucesso, o modelo também mais votado no Eletric do ano, do ACP, em 2025. O que é que este modelo em si reúne que tem atraído tanta gente? [00:04:07] Speaker B: Foi o modelo que resultou muito bem, foi o primeiro modelo que teve a nova plataforma elétrica da Audi, que o público gostou, tanto é que no prémio que referiu tem por base uma votação. Depois é uma viatura que tem um posicionamento também correto para empresas. O mercado em Portugal hoje em dia está muito vocacionado para as empresas e, portanto, o mercado teve uma aderência muito positiva relativamente a este motor, seja na versão SUV, seja na versão Sportback. pela habitabilidade, por toda a novidade tecnológica que tem, pela toda a experiência que permite a bordo e também um bocadinho de performance e de autonomias que também são bastante interessantes. [00:04:43] Speaker A: Essa é então a receita de sucesso que faz o Q6 e o Tron, por exemplo, ter mais vendas do que um A6, se quiser. [00:04:52] Speaker B: Nesta fase sim, o nosso objetivo era que ambos vendessem par a par. Neste momento o sucesso de vendas está mais alavancado no Q6. É uma tendência de mercado, no entanto o A6 também está a fazer o seu caminho e também é uma excelente oferta. O que é importante nestes produtos é que mantenham o design e a vanguarda característica da marca. [00:05:12] Speaker A: O interessante é analisar numa marca como a Audi, que tem muita história, ou seja, não é uma daquelas marcas que chega agora a Portugal e que tem que andar a conquistar mercado. A Audi é uma das marcas que está há mais tempo no mercado, tem muita expressão em Portugal e aproveito para perguntar se o tipo de cliente que procurava a Audi continua agora a procurar. Ou se estamos a observar aqui uma nova geração de clientes Audi. [00:05:37] Speaker B: São praticamente desde o início da Audi, Audi do início, são 117 anos de história, salvo erro, e portanto o cliente evoluiu imenso. Nós em Portugal hoje em dia estamos a notar também essa transferência, mas também tem a ver com o perfil do cliente. Nós estamos a passar de clientes que são muito mais de utilização e produtos de utilização e não tanto um produto próprio. Portanto estamos a passar a uma transição de mercado que é muito mais de ter um renting, por exemplo, um aluguer operacional, do que a posse da viatura propriamente dito, mas isso é geral a todo o mercado. Agora, os valores-base, sim, eles continuam lá e o cliente, o potencial cliente, continua à espera de uma performance, de um design característico, de um 4x4 característico da marca. [00:06:24] Speaker A: Ou seja, independentemente da motorização ou do que for, a proposta dos modelos mantém-se. [00:06:28] Speaker B: Sim, porque a base da marca, o ADN da marca, mantém-se sólido. [00:06:33] Speaker A: Passamos agora para uma parte mais desportiva da Audi. Já foi campeã do mundo de ralies com o Audi Quattro nos anos 80, já venceu o Dakar até com o modelo eletrificado, já ganhou as 24 Horas de Le Mans, foi a primeira marca a ganhar as 24 Horas de Le Mans até com o motor diesel, E agora vamos para a Fórmula 1. O que é que podemos esperar desta entrada da Audi no desporto de topo mundial que é a Fórmula 1? [00:07:00] Speaker B: Bom, sendo uma marca premium, quer estar no topo e é um projeto contínuo. A entrada da Fórmula 1 foi devidamente estruturada, como é óbvio, e o objetivo é até 2030 ter o sucesso garantido. Em termos de marketing, aquilo que nós podemos pensar para o cliente é ver a Fórmula 1 como um programa de marketing. Para além disso, é muito mais, é o laboratório onde serão testadas todas as novas tecnologias que depois acabam por estar acessíveis ao cliente e isso depois acaba por ver em produtos que iremos lançar, a nível dos ERS, por exemplo, que essa tecnologia irá transitar e, portanto, É um campeonato muito competitivo, é alta performance, é alta tecnologia e a marca, enquanto posicionamento, faz sentido estar lá, mas também para desenvolver todo o potencial máximo para depois adaptar às gamas comerciais, por assim dizer. [00:07:50] Speaker A: Quando falamos de RS, falamos dos topos de gama desportivo da Audi, não só a combustão agora, mas também eletrificados. [00:07:58] Speaker B: Também eletrificados, sim. [00:07:59] Speaker A: Vamos poder ver este ano, por exemplo... [00:08:00] Speaker B: Vamos poder ver meados do ano o RS5 e depois mais tarde o RS6. Eletrificados. Sim, mas com performance assegurada. Aliás, isso já se vê hoje nas gamas que temos, essas performances já existem, não ao nível do ERS, mas ao nível das gamas tradicionais já temos bem. [00:08:20] Speaker A: Patente a performance dessas A eletricidade vem trazer níveis de potência que não eram conhecidos porque é muito fácil obter potência e são sensações muito fortes. [00:08:30] Speaker B: Sim, e que se reajustaram muito rapidamente, não é? Portanto, tudo isto evoluiu muito rápido. E toda esta evolução que foi muito rápida, a transição para os elétricos e o aproveitamento dos pH e V enquanto ainda é possível, mas depois tudo evoluiu muito rápido e, portanto, voltamos à performance como a conhecíamos há muitos anos. [00:08:48] Speaker A: Claro, porque se em 2010 falávamos de 450 cavalos num RS4, atualmente um S4 apenas já tem essa potência e, quer dizer, são números muito, muito, muito altos. O que perguntava era se não só nos modelos elétricos, se nos RS a combustão também sabemos ter alguma novidade este ano. [00:09:08] Speaker B: Vamos ter um nível dos eletrificados. [00:09:10] Speaker A: Ok. [00:09:10] Speaker B: Será divulgado a partir de junho, julho, meados do ano. [00:09:14] Speaker A: E aproveitava também para perguntar se a estratégia passa por um foco a 100% nos elétricos ou explorar aqui a opção dos híbridos plug-in que parecem ser uma opção bastante viável e vemos também que a autonomia dos híbridos plug-in da Audi está cada vez maior e permite andar com o carro mais de 100km em modo elétrico. E a aposta passa por essa venda? [00:09:35] Speaker B: A aposta passa por darmos a resposta aos clientes e, portanto, se as recentes alterações à legislativa nos permitem continuar a oferecer viaturas híbridas, obviamente que sim, porque existe o mercado. Se nos permite oferecer viaturas a gasolina de baixas emissões, evidentemente que sim. Agora, o futuro é elétrico. A esta transição que teve agora alterações é que obviamente temos que manter a nossa presença nos vários canais, mas mais de 50%, acho que já referi há pouco, ou à volta de 50% estamos a falar de elétricos a 100%, de BEV e de PHEVs. Obviamente com esta adaptação das normas europeias os PHEVs assumiram aqui um ponto importante, especialmente falando em Portugal. Se em Lisboa e Porto é muito fácil hoje em dia já conduzir um elétrico, porque a acessibilidade já é fácil, porque os postos de carramento já são acessíveis, não é assim ainda, apesar de sermos um do país que já tem um nível de equipamento médio, não é general a todas as outras localidades. [00:10:36] Speaker A: Uma grande assimetria entre as grandes cidades. [00:10:39] Speaker B: Existe essa necessidade. E também para o tipo de nosso dia-a-dia, o PHIV responde muito bem a quem faz 100, 150 km por dia e depois ao fim de semana tem visitas mais longas e apesar de hoje os carregamentos rápidos serem uma solução, mas é preciso a acessibilidade dos carregadores rápidos ser também uma solução fácil. [00:11:00] Speaker A: Claro. E era nesse ponto que pegava. Divido aqui a questão em duas. Se Portugal acompanha o ritmo da Europa, ou até em certos casos sabemos que está mais bem posicionado do que alguns países da Europa, e se temos a estrutura suficiente para poder alimentar esta rede de carros elétricos, que não é acessível a toda a gente, obviamente, porque é preciso ter condições, é preciso ter garagem para poder carregar o carro em casa e tudo mais, mas se Portugal está a cumprir com esta meta que vem da Audi, da Europa, obviamente. [00:11:28] Speaker B: Sim, em termos dos mixos de vendas elétricas, sim. Obviamente não estamos ao nível dos nórdicos, porque os nórdicos têm toda outra infraestrutura, mas aqui nos países próximos temos um posicionamento acima, por exemplo, de Espanha, em termos de realização de vendas elétricas e de híbridos plug-in. [00:11:46] Speaker A: Perguntava, vamos poder esperar, porque performance já falámos, agora passamos para a tecnologia. O que é que um cliente Audi pode esperar quando entra nestes novos modelos que agora parecem estar repelentes de tecnologia, não só no volante, porque se antigamente um volante multifunções já era o suficiente, agora onde é que vamos parar? [00:12:04] Speaker B: Vamos parar na continuidade daquilo que é a evolução tecnológica. Todos os dias evolui, todos os dias olhamos para aquilo que é O que nós vimos num telemóvel que queremos ver na viatura que conduzimos, essa interlegação tem vindo a desenvolver-se imenso. A inteligência artificial também já existe e vai se desenvolver muito rapidamente e, portanto, nós estamos efetivamente na vanguarda da tecnologia também na utilização da viatura, não só ao nível de performance que falámos, mas também da experiência cliente. O cliente ou entrar numa viatura Audi, sendo toda esta experiência otimizada e teremos espaço para otimizar muito mais, como é evidente. [00:12:42] Speaker A: A Audi também acredito que adapta bastante a tecnologia que oferece às necessidades dos clientes, porque muitas vezes há pedidos específicos, há alguma tecnologia atualmente... [00:12:52] Speaker B: A introdução da inteligência artificial, os novos sistemas de infotainment, os novos sistemas de interligação, tudo vem fruto disso, porque hoje em dia O cliente é muito rápido naquilo que pretende, a maior parte dos clientes tem acesso a muita informação e então as respostas têm que ser muito rápidas. Hoje em dia o problema é gerir informação, não ter informação e, portanto, a informação está muito massificada. Todos nós, em qualquer área, temos muito acesso e o cliente espera, efetivamente, de uma marca premium ter o topo daquilo que ele considera relevante na utilização do dia-a-dia, acima da utilização da condução de viatura, muito mais acima disso é a experiência cliente dentro da viatura. [00:13:31] Speaker A: Uma das grandes vantagens de um Audi é falar também da segurança, não só ativa como a segurança passiva. Os Audis vêm equipados já de série, ou seja, nós já não podemos não selecionar uma vasta opção de sistemas de alerta ao condutor e tudo mais. Esta é uma das grandes frentes da Audi. [00:13:51] Speaker B: Sim. Hoje em dia, e ainda bem, a segurança como obrigatória evoluiu imenso e isso é ótimo para todos nós. Acima disso, o que a Audi tem é um sistema de alertas que numa primeira experiência Uau, tanto o alerta, mas tudo aquilo funciona e todos aqueles alertas são de prevenção de qualquer risco que possa acontecer, desde a leitura de sinais, desde o alerta para o café, coisas tão simples como esta, mas são de facto sistemas importantes, porque nós hoje também, voltando ao tema da informação, tão facilmente olhamos para um lado, para o outro, para o telemóvel, que todos esses sistemas acabam por falar entre si, fazer sentido e ter um sistema de prevenção muito eficaz. [00:14:32] Speaker A: Com esta nova tecnologia e com esta crescente eletrificação, a Audi vai sempre continuar a respeitar os seus princípios que nós conhecemos enquanto consumidor, sabemos o carro que queremos, portanto quando vamos comprar um Audi é com esse objetivo que vamos. Será que com esta entrada agora na Fórmula 1 vamos conseguir aqui apanhar mais público? Vamos conseguir ter aqui uma marca mais dinâmica? A estratégia de marketing vai ser alterada de alguma forma com esta entrada? [00:14:59] Speaker B: A estratégia de marketing obviamente vai alargar o território da Fórmula 1. Porquê? Porque é um território que também se reinventou. E se rejuveneceu. E nós, enquanto marca, também precisamos disso. [00:15:12] Speaker A: A Fórmula 1 está cada vez mais na moda, tem cada vez mais seguidores, público bastante jovem e era para perceber se é por aí também que a Audi quer ir. [00:15:20] Speaker B: É, obviamente que sim. E todas as iniciativas vão muito nesse sentido. Basta ver os nossos Instagrams e os Facebooks e os Youtubes da vida, não é? Mas sim, vai muito por aí. E todas as ativações vão ser muito também ao nível do digital, porque efetivamente é um território importante. que se resume no seu, que chega a um leque de pessoas que não chegava há cinco ou seis anos atrás e onde nós precisamos de aumentar a nossa conquista, como é óbvio. [00:15:44] Speaker A: Há bocado falámos sobre os elétricos e perguntava se o futuro passa mesmo pelos elétricos. Penso que já me tenha respondido. [00:15:51] Speaker B: Com o que eu sei hoje, passa. [00:15:53] Speaker A: Insisto nesta pergunta porque ainda há umas semanas vimos que foi adiado o prazo. O que é que podemos saber? [00:15:59] Speaker B: Continua a passar. um espaço, e cumprindo 90% das emissões, mas é um espaço, não altera significativamente o plano de estratégia que está estabelecido. E, portanto, damos aqui um espaço para reforçar ainda a venda de alguns ICE de baixo CO2, para reforçar a venda dos híbridos plug-in e a oferta Mas o caminho, à data de hoje, sim, é elétrico e todo o plano, aliás, todo o esforço dos construtores foi feito nesse sentido e, portanto, agora obviamente que sim. [00:16:38] Speaker A: E até para aproximar mais o público dos automóveis porque senão chegávamos a níveis cada vez mais difíceis de obter um automóvel. Marília, para determinar, se tivéssemos de resumir o futuro da Audi numa única palavra ou num ideal, qual é que ele seria? [00:16:55] Speaker B: Olha, se eu puder aplicar aqui a Portugal seria performance. Nós precisamos de performance na Fórmula 1 e precisamos também da performance com os nossos clientes na conquista de mercado. [00:17:04] Speaker A: Performance, então. Marília, muito obrigado por esta conversa, por nos esclarecer aqui algumas dúvidas que tínhamos, também em relação ao mercado, o que é que podemos esperar este ano. Vamos estar atentos aos lançamentos da marca. Obrigado por terem estado aqui hoje e obrigado também a quem nos teve a ouvir e já sabem, se quiserem ouvir estes ou outros podcasts, basta passarem no site do Automóvel Clube Portugal, na secção dos podcasts, onde está disponível o Spotify e o Apple Podcast. Muito obrigado.

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